Planejamento - Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão
Você está aqui: Página Inicial Superintendências Regionais SPU-RS Ações

Ações

PROJETO ORLA

 

 

O Projeto Orla no Estado do Rio Grande do Sul

 

PRIMEIRA OFICINA ESTADUAL  MOBILIZAÇÃO DO PROJETO ORLA NO RIO GRANDE DO SULO Projeto de Gestão Integrada da Orla Marítima – Projeto Orla -, coordenado em conjunto pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio da Secretaria de Qualidade Ambiental (MMA/SQA), e pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, através da Secretaria do Patrimônio da União (MP/SPU), tem como objetivo implementar uma política nacional de gestão integrada da orla brasileira, construída de forma compartilhada com os entes federados e a sociedade civil. O Projeto surge como uma ação inovadora no âmbito do governo federal, tendo em vista a harmonia e a articulação das práticas patrimoniais e ambientais com o planejamento de uso e ocupação do espaço da orla marítima.

O Estado do Rio Grande do Sul conta com 622 km de orla marítima, incluindo a Praia do Cassino, considerada a praia mais extensa do mundo, com 254 km de orla contínua, e está situada do município de Rio Grande. Desde a implantação do Balneário Cassino, o primeiro do Brasil, em 1890, até os dias de hoje, o litoral rio-grandense passou por profundas mudanças na sua configuração territorial, ampliando dramaticamente as áreas urbanizadas, a população residente e a população sazonal, em face das atividades de veraneio e crescimento das cidades litorâneas.

Tendo isso em vista, o Projeto Orla surge como uma estratégia essencial para a gestão da orla gaúcha, ao definir planos e ações que consideram as diversas mudanças que ocorrem no litoral brasileiro. Nesse contexto, o município adquire especial importância ao deter o conhecimento das demandas locais, além de ser o administrador direto de diversas ações urbanas no litoral. Sendo assim, torna-se necessária a construção de um processo de coordenação e planejamento conjunto da ações sobre a orla marítima local, bem como o conhecimento das demandas e projetos por parte dos Municípios, Estado e União sobre o território da orla.

 

Ações do Projeto Orla no Estado

Em 2003, a Fepam e da Metroplan desenvolveram a 1ª Oficina de Capacitação do Projeto Orla no Rio Grande do Sul, com participação de representantes de entidades nacionais, estaduais, municipais e da sociedade civil, como membros dos setores hoteleiro e comercial, associações de moradores, clubes e ONGs. O evento foi um marco para o início das ações do projeto Orla no Rio Grande do Sul, e nesta época foram desenvolvidos os Planos de Gestão Integrada (PGIs) de Capão da Canoa, Arroio do Sal, Rio Grande e Torres, durante os anos de 2004 e 2005. Entre 2005 e 2009 os municípios do litoral desenvolveram ações individuais de gestão urbana e ambiental, e algumas destas experiências foram relatadas na 1º Oficina Estadual de Mobilização do Projeto Orla no Estado. Esta oficina, realizada nos dias 05 e 06 de outubro de 2009 pela Superintendência do Patrimônio da União no Rio Grande do Sul, contou com a presença de representantes de prefeituras dos municípios da orla litorânea do Estado, bem como membros de órgãos estaduais de planejamento urbano e ambiental. O objetivo do evento foi retomar as ações do Projeto Orla no Estado do Rio Grande do Sul, com participação da União, Estado e Municípios, buscando reativar as redes institucionais e estruturar um canal de comunicação permanente entre os atores governamentais e sociais envolvidos com a gestão da orla, a fim de estabelecer um perfil de continuidade para o Projeto Orla.

O evento apresentou resultados positivos, como a criação e reconstrução de redes de comunicação entre as prefeituras, órgãos estaduais e a União, além do interesse das prefeituras presentes em participar de um projeto mais amplo de gestão da orla. Por outro lado, identificou-se a presença ainda tímida das prefeituras na oficina, com um retorno de público aquém do esperado. Contudo, o trabalho exige um empenho no sentido de fortalecer os vínculos institucionais, conferindo embasamento estatal para os municípios interessados em desenvolver o Projeto, buscando posteriormente a multiplicação de ações e de canais de diálogo entre as instituições estaduais e federais e a municipalidade.

 

 

 

REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA

 

Regularização Fundiária

 

A SPU/RS tem executado projetos de regularização fundiária e provisão habitacional para famílias de até cinco salários mínimos em atenção a orientações do Órgão Central e em cumprimento a determinações da Lei nº 9.636, de 15 de maio de 1998, alterada pela Lei nº 11.481, de 31 de maio de 2009, especialmente àquelas contidas nos artigos 1º, 6º, 6-A, 7º, 9º, 18, 19, 22-A e 31. Todas essas orientações e dispositivos legais tem como objetivo a implantação de um novo modelo de gestão dos imóveis da União baseado na inclusão sócio-territorial, priorizando a inserção do patrimônio público como recurso estratégico para viabilização de políticas do Governo Federal e garantindo um endereço e o acesso ao crédito para famílias de baixa renda.

A legislação prevê que as Superintendências do Patrimônio da União, nos Estados, têm competência para executar ações que visem à regularização fundiária de assentamentos informais de baixa renda, proporcionando a segurança da posse para as famílias que não tem outro local para morar e assegurando direito inscrito no art. 6º da Constituição Federal. Além disso, as Superintendências estão autorizadas a instruir processos de cessão e doação de áreas consideradas próprias para implantação de projetos de provisão habitacional para população de baixa renda, contribuindo para a concretização da melhoria das condições habitacionais e para a solução dos graves problemas de falta de moradia nas grandes cidades.

Para a execução desses projetos de regularização fundiária e provisão habitacional a SPU/RS tem contado com a parceria das Prefeituras Municipais e entidades representativas de movimentos sociais ligados às lutas pela moradia digna para famílias de baixa renda.

 

 

Outras Ações

 

MP formaliza cedência de área da Vila Chocolatão

Porto Alegre 19/04/2011 - No dia 18 de abril, na Prefeitura de Porto Alegre, foi realizada uma lavratura de Contrato de Cessão, Sob Regime de Concessão de Direito Real de Uso, gratuita, no qual o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MP), por meio da Superintendência do Patrimônio da União no Rio Grande do Sul (SPU/RS), cedeu uma área de 33.451.11 m² com a finalidade de transferir os moradores da Vila Chocolatão para um novo loteamento, localizado na Av. Protásio Alves, em Porto Alegre, beneficiando mais de 180 famílias.

O Departamento Municipal de Habitação (Demhab) está construindo as unidades habitacionais. O novo loteamento terá 102 sobrados, 78 casas, uma residência adaptada para pessoa com deficiência, creche, cozinha comunitária, quatro pontos de comércio, praça e unidade de triagem de resíduos recicláveis.

A cessão visa trazer uma vida mais digna, com melhores condições de moradia e trabalho para os catadores de material reciclável e suas famílias.

A superintendente da SPU/RS, Rose Carla Silva Correia, diz que “este imóvel realmente está cumprindo a sua função, pois além de tirar as famílias de condições subhumanas morando em casas de papelão e lonas, ainda vai ajudar em seu ofício com a unidade de triagem de resíduos recicláveis”.

Estiveram presentes na formalização do ato, o prefeito da cidade de Porto Alegre, José Fortunati, a superintendente da SPU/RS, Rose Carla Silva Correia e o superintendente substituto, Ronaldo Schedler.

Matéria enviada por Tatiane Vieira, monitora de comunicação da SPU/RS.

 


 

 

 

« Maio 2012 »
Maio
SeTeQuQuSeSaDo
123456
78910111213
14151617181920
21222324252627
28293031
Gestão em rede

Este portal é construído  e gerenciado coletiva e descentralizadamente por meio da gestão em rede, na qual a concepção e alimentação dos conteúdos são executadas autonoma  e independentemente, segundo alguns princípios que garantem uma linguagem comum e objetivos alinhados. Um servidor de cada unidade (vinte e sete superintendências nos estados e diretorias do órgão central), denominados “Monitores de Comunicação”, criam, alimentam e fazem a manutenção de cada página de maneira descentralizada, respeitando a necessidade, realidade e cultura de cada região, estado e público que se relaciona com a questão patrimonial da União.
       
Essa é uma inovação na maneira da administração publica se comunicar com você, cidadão.
       
Para sugerir melhorias, opinar, denunciar alguma ocupação irregular em um bem da União, ou qualquer outro assunto de interesse do patrimônio da União, utilize nosso “Fale Conosco”.

 
Solução SERPRO Software Livre Zope Plone Acessibilidade SERPRO